ACT 2018/2019 COPEL - Negociações seguem abertas.

ESCLARECIMENTOS E QUESTÕES ADMINISTRATIVAS FIZERAM A PAUTA DO PRIMEIRO DIA DE TRABALHO.

O primeiro dia de reuniões em torno do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2018/2019, ontem, 11/09, começou com a presença dois diretores da Copel na mesa de negociações, a Diretora Ana Letícia Feller, da DGE e Adriano Rudek de Moura, da DFI.

O Diretor Rudek de Moura demonstrou confiança no trabalho de gestão em andamento na Copel e apontou um quadro financeiro favorável, que já está 23% melhor que no ano passado em termos de lucros, no período decorrido até agora, comparado ao mesmo período de 2017. A entrega e operação de obras que estavam em andamento, segundo ele, aponta um novo patamar de lucratividade.

Os sindicatos colocaram duas expectativas como norteadoras para as negociações: a primeira é a manutenção de direitos já conquistados e a segunda que os copelianos sejam reconhecidos por um desempenho acima da média nas metas e atividades desenvolvidas, na forma de benefícios e ajuste salarial.

NENHUM PONTO DE REIVINDICAÇÃO FOI DADO COMO FECHADO.

As discussões do primeiro dia de reunião correram em torno de itens administrativos da pauta de reivindicações e esclarecimentos sobre os vários pontos reivindicados.

A Copel apresentou posição por exclusão da compensação de horas extras, alegando estar havendo aumento de ações e passivo trabalhista em torno do assunto. Os sindicatos consideram que passivos trabalhistas são evitados respeitando os direitos dos empregados. São contrários a qualquer supressão de direitos. O assunto continuará em debate.

As discussões serão retomadas hoje, ainda passando pelos vários pontos da pauta de reivindicações, sem necessariamente dar os pontos por encerrados.

SINDICATOS COBRARAM COPEL SOBRE TRANSFERÊNCIAS NA OPERAÇÃO

Os sindicatos cobraram os representantes da Copel sobre as transferências em função da centralização de operações na Capital e atenção aos empregados cuja vida familiar seja afetada pelas novas medidas. Os representantes da Copel expuseram a medida de centralização de operações como parte importante da adequação da empresa ao novo modelo de negócios do setor elétrico e a novos padrões tecnológicos, baseados na redução de custos com pessoal.

Para os sindicatos, é importante garantir aos empregados direitos de adequação de atividades, de modo que suas vidas não sejam desestruturadas. O assunto continua em debate. Informaremos as novidades.

LUTAR É FUNDAMENTAL! PARTICIPAR É FUNDAMENTAL! VOCÊ É FUNDAMENTAL!