REUNIÃO QUADRIMESTRAL COPEL – Do Banco de Horas ao não à privatização.

Sindicatos questionam ACT do Banco de Horas e cobram resultados do Grupo de Trabalho que avaliou a privatização da Telecom.

O presidente do Sintec-PR, Gerson Faedo e representantes dos sindicatos atuantes na Copel estiveram na Reunião Quadrimestral com a empresa na manhã desta terça, 7 de maio.

Além de assuntos diretamente relacionados com o ACT, os sindicatos levaram ao encontro dois grandes e importantes temas: questionamentos à proposta de Banco de Horas apresentada pela empresa e a oposição a privatização da Copel Telecom.

Para o primeiro, os sindicatos sinalizaram os pontos como a alteração de vigência do banco para quadrimestral, edição de relatório coletivo ao final do período, formas de autorização e comunicado de credito e debito de horas, pagamento de saldo positivo em caso de auxilio doença, entre outros.

Quanto à possibilidade de privatização da Copel Telecom e da Compagas, amplamente divulgada pela imprensa e defendidas pelo atual governo, os coletivos apresentaram Oficio enumerando os potenciais impactos e perdas geradas por esta medida, no âmbito da empresa, dos trabalhadores e da sociedade.

Também solicitam esclarecimentos oficiais sobre os números e resultados levantados pelo Comitê e Grupo de Trabalho criados para analisar tais impactos no âmbito técnico e de negócio em março último. Este relatório tinha prazo de 60 dias, devendo ser concluído em 30 de abril, mas até o presente momento nada foi apresentado.

Para conhecer os detalhes dos temas discutidos consulte aqui a Proposta Comentada para o ACT Banco de Horas e o Oficio dos Coletivos, assinado pelos sindicatos e recebido pelo Diretor Presidente da Copel, Wendell Oliveira